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sexta-feira, 20 de julho de 2012

:: THE DEAD TREES ::


















Voltando a falar agora das bandas de fora vou fechar esta semana lhes apresentando The Dead Trees, um quarteto de Los Angeles-EUA, formado por Michael Ian Cummings (voz e  e guitarra), Todd Dalhoff (baixo e voz), Matthew Borg (guitarra, voz) e Noah Rubin (bateria e voz.  A banda que nasceu em 2006, tocou no Brasil em 2009, período em que o Little Joy (projeto de Rodrigo Amarante) também tocava lá fora, nesse momento os contatos já haviam sido estabelecidos e um apoio mútuo entre as bandas deu muito certo.

The Dead Trees tem um estilo alternativo com melodias fortes e cheias de sensibilidade, ouvi-los me faz lembrar um pouco de The Donkeys, The Moondoggies e até The Strokes.

O primeiro álbum da banda, intitulado provisoriamente WHATWAVE foi gravado no início deste ano em Hollywood Hills e conta com participação da banda brasileira Little Joy de Fabrizio Moretti (baterista do Strokes), Binki Shapiro e Rodrigo Amarante.  Toda produção e custos foram pagos por doações prometidas por fãs e simpatizantes na angariação de fundos Kickstarer.com

Cummings disse que a ajuda vinda foi inacreditável, segundo ele, a banda atingiu a meta de US $ 17.000 (cerca de 34 mil reais), conseguindo assim financiar todo o projeto da banda de forma independente, e vão fazer  o lançamento  nos EUA de forma tão criativa quanto a técnica de financiamento do próprio registro.  O lançamento simultâneo com os esforços do Selo europeu Affair Of the Heart  e o japonês Lively Up em todo o mundo é outra jogada de mestre dos rapazes.


Albuns: King of Rosa, 2008 | Whatwave, 2011 | Vou deixar como de costume duas músicas muito boas, a primeira "Back to LA" e logo depois "Slow Faze Fast".
Sorte aos The Dead Trees e que voltem em breve para o Brasil.

Curtam!!
Semana que vem estou de volta com mais novidades!
Aleandro Stazetto

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Returning now to speak of the bands out of Brazil, and for to close this week, I want to present The Dead Trees, a quartet of Los Angeles, USA, formed by Michael Ian Cummings (voice and and guitar), Todd Dalhoff (bass and vocals), Matthew Borg (guitar, vocals) and Noah Rubin (drums and vocals). The band formed in 2006, played in Brazil in 2009, when the Little Joy (Rodrigo Amarante project) also played out there, this time the contacts had been established and mutual support between the bands work very well.

The Dead Trees have an alternative style with strong melodies and full of sensitivity, listening to them reminds me a bit of The Donkeys, The Moondoggies, and even the Strokes.

The band's first album, tentatively titled WHATWAVE was recorded earlier this year in Hollywood Hills, and counts with the participation of Brazilian band Little Joy Fabrizio Moretti (drummer of the Strokes), Binki Shapiro and Rodrigo Amarante. All production and costs were paid by donations promised by fans and supporters in fundraising Kickstarer.com

Cummings said that the aid coming was unbelievable, he said, the band reached its target of U.S. $ 17,000 (about 34,000 dollars), thus financing the entire project of the band independently, and will make the U.S. release so as creative as the technique of financing the record itself. The simultaneous release with the efforts of the European Seal Affair Of The Heart and Japanese Lively Up around the world is another master of the boys played.


Album: King of Rosa, 2008 | Whatwave, 2011 | I will leave as usual two very good songs, first "Back to LA" and then "Make Fast Slow."
Good luck to The Dead Trees and come back soon to Brazil.

Enjoy!
Next week I'm back with more news!
Aleandro Stazetto




quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Underground Brasil - II - ( GRAM )





Dando seqüência as bandas nacionais, quero falar de uma das bandas que mais me surpreenderam nos anos 00, o Gram. Banda paulistana formada em 2002.
O início da vida musical dos rapazes surgiu com uma banda que fazia cover dos Beatles, chegando inclusive a tocar no consagrado Cavern Club em Liverpool.
Sempre muito questionados sobre trabalhos próprios decidiram iniciar um projeto chamado Mosva com letras cantadas em inglês. Com um segundo convite para tocar em Liverpool, tentam lançar o Mosva no velho mundo, mas não deu certo, decidiram que cantar em português era o ideal e empenharam suas forças aqui no Brasil. Até então a banda era formada por Sergio Filho (Guitarra e voz), Marcelo Pagoto (baixo) e Luiz Ribalta (guitarra), mais tarde conhecem Marco Loschiavo (guitarrista) que passa a fazer parte da banda e Fernando Falvo (baterista) o último a ser integrado a formação final. Nasce então o GRAM.



A respeito do nome “GRAM”, segundo os próprios integrantes, não tem tradução nem significado, é apenas sonoridade. Conta M.Ribalta que ouviu uma conversa paralela em uma balada onde o nome “gram” era citado como referência a uma pessoa, gostou da sonoridade e levou a sugestão para o resto da banda, todos gostaram e assim ficou.
O GRAM é uma banda com influências interessantes como: Oasis, Radiohead, Coldplay, Beatles e tudo que há de bom no Rock Inglês. O GRAM supriu, infelizmente por pouco tempo, nossa carência por Rock de qualidade. E posso arriscar a falar com um pouco de propriedade sobre a qualidade da banda ao vivo, pois acompanhei inúmeros shows deles, e quem não conhece, vale a pena conhecer, ouvir com atenção e sentir com emoção os rifes melancólicos e as letras inteligentes. Sem dúvida um retrato poético do cotidiano orquestrado de forma agradável e nem um pouco piegas.
Em julho de 2007 o GRAM anuncia o fim do projeto.
Discografia: 2004: Gram, 2005 DVD MTV Apresenta – GRAM e 2006 – Seu minuto, Meu segundo, edição especial com DVD.
Vou deixar um clássico que fez o GRAM botar a cabeça pra fora do Underground “Você pode ir na janela” do primeiro disco, o famoso “Clipe do gatinho” e vou deixar uma do último disco, em que uma história linda é contada com apenas duas estrofes e um questionamento a nós é feito de forma incisiva, “O Rei do Sol”.
Até a próxima.
Aleandro St.



quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Underground Brasil - I - (MONNO)





O Brasil têm muita coisa boa no cenário underground, não precisamos vasculhar muito para encontrar bandas de qualidade. Pensando nisso decidi fazer uma série sobre bandas nacionais assim como meu Edu fez aqui nesse mesmo blog. Aqui abro com o Monno, banda de BH formada por Bruno Miari (vocal e guitarra), Euler Teixeira (baixo), Guilherme Coelho (guitarra) e Gustavo "Koala" Simoni (bateria).  Segundo o Bruno, ainda tocava com o Novak  quando conheceu o restante dos rapazes que eram da banda Tremor Void. No meio da caminhada da vida musical acabaram ficando mais próximos até que pintou um convite para gravar junto com o Novak, começa ai a nascer o Monno.
As letras do Monno falam do cotidiano de todos nós e fazem com maestria o casamento indie X cantar em português. As influências são inúmeras por conta da variedade preferencial da banda, mas encontramos traços de bandas como Sonic Youth e Nada Surf por exemplo.
Entre Eps e Singles a banda também regravou músicas do Kid Abelha e do Skank.
Lançaram em 2005 um EP com 7 faixas, mais tarde lançaram 2 singles até chegar no Album “Agora” de 2007 que incluiu uma edição limitada com DVD. Monno lançará disco novo agora 2012, um single já está disponível para download no site dos rapazes (www.monno.com.br).
Vou deixar uma música que gosto muito do Álbum “Agora” – “Enquanto o mundo dorme”.

Até a próxima.
Aleandro St.