sábado, 3 de julho de 2010

My First Earthquake


My First Earthquake banda Californiana, mais especificamente da cidade de São Francisco, formada por Rebecca Bortman no vocais, Andre Salcido na bateria, Chad Thornton nos teclados e baixo e Dave Lean na guitarra, mas também dividindo o baixo e teclados com Chad.
Inicialmente Rebecca começou cantando em um trio na cidade de Pittsburgh, porém ao se mudar para São Francisco, Rebecca começou a cantar em uma banda de metal, quando conheceu Chad, que após ter gostado muito do vocal dela convenceu-a a deixar a banda e começar um projeto com ele, então encontraram Andre Salcido em um anuncio e após algumas audições sem sucesso para contratarem um guitarrista, acabaram chamando um amigo em comum, Dave Lean que começou a fazer os shows com eles e assim gravaram o seu primeiro EP.
A Banda possui dois álbuns "Tremors" de 2008 e "Downstairs" de 2009.
De acordo com a própria banda suas influências passam por David Bowie, New Order, Prince, Blondie, The Cure, Fiona Aplle etc, e de bandas mais recentes como Yeah Yeah Yes, The Ting Tings, MIA e até da banda Paulistana Cansey de Ser Sexy.. entre outras.
Toda essa influência resulta em um Indie com uma pitada eletrônica trazendo um som divertido, até dançante.
Deixo aqui o video, que é bem legal, da música "Outta The Band"
Até a próxima!

Eduardo F.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

SIGUR RÓS


Em agosto de 1994 na Islândia, nasce Jónsi Sigurrós, irmã Jón Þór (Jónsi) mesmo dia que a banda foi oficialmente formada pelo então líder acima citato, ou seja, o obvio “inovador”, Sigor Rós, nome da banda, é uma homenagem a sua irmã.
O Sigor Rós é uma banda que traz um apelo melancólico bastante forte, precisa de tempo para digerir com cuidado suas músicas que são relativamente longas, em torno de 7 minutos em média, mas com explosões sonoras bem empolgantes, alguns consideram a banda “hipnótica”. Arcos de violinos nos baixos e nas guitarras são algumas das sonoridades exploradas pelo quarteto, além disso, suas letras são escritas em “Hopelandish”, um idioma que é meio inglês, meio islandês e meio tirado da imaginação do vocalista Jón. Em 2003 compôs uma trilha com o Radiohead para o espetáculo Split Slides, de Merce Cunningham, entre séries e outros projetos o album Ágætis byrjun (Um Bom Começo) de 1999 foi aclamado pela crítica como um dos melhores alguns de todos os tempos, comparando a banda com gigantes como Radiohead. A discografia? Vamos lá: 1997 - “Von”, 1999 - “Ágaets Byrjun, 2000 - Angels Of the Universe (Iceland), 2002 - “( )”, 2005 - Takk...”, 2007 - “Hlemmur”, 2008 - Med Sud I Eyrum Vid Spilum Endalaust”. Quero deixar um vídeo emocionante do Sigor Ros, “Hippipolla” do album “Takk..." dispensa qualquer comentário.

Saudações
Aleandro S.



quinta-feira, 24 de junho de 2010

Elastica


Coincidentemente meus últimos posts foram para um lado meio "hardcore", porém hoje seguirei mais ou menos a linha do meu amigo Ale e falarei de uma banda britânica que não é tão desconhecida (porém injustamente esquecida) e que eu particularmente adoro, é uma das minhas bandas favoritas... Elastica
A Elastica foi formada em meados de 91 pela guitarrista Justine Frischmann, após sair da Banda Suede. Justine "contratou" a baixista Annie Holland, a guitarrista Donna Matthews e a baterista Justin através de anuncios e em 1993 elas lançaram o primeiro single "Stutter" que vendeu absurdamente bem e logo sumiu das lojas por se tratar de uma edição limitada, naquele mesmo ano, após alguns meses lançaram mais um single o "Line Up" que também obteve ótimas vendas, apesar de ter recebido algumas criticas que diziam que a melodia era um plágio da música "I Am the Fly" da banda punk britanica Wire.
Em 1995 lançaram seu primeiro álbum que levava o nome da banda no título, chegaram ao top 60 daquele ano com a música "Connection" que logo se tornou um hit, e o álbum acabou desbancando o "Definitely Maybe" do Oasis na velocidade das vendas no Reino Unido.
Com o sucesso novas críticas não demoraram a aparecer e o motivo dessas criticas nao foi novo, foram acusados novamente de plágio, diziam que "Connection" era uma cópia deslavada da música "Three Girl Rhumba" também do Wire e "Waking Up", era uma cópia de "No More Heroes" do the Stranglers, com isso tais bandas procuraram a Justiça reclamando os seus Direitos Autorais.
Naquele mesmo ano Annie Holland deixou a banda, voltando ao Elastica em 1999, ano em que desta vez Donna Matthews estava saindo. Com uma nova formação contando Paul Jones na guitarra Dave Bush e Mew nos teclados em 2000 lançaram o seu segundo e último álbum "The Menace", cheio de hits e também ótimo como foi o primeiro álbum, porém com poucas vendas, ainda naquele mesmo ano lançaram um single em edição limitada "The Bitch Don't Work", mas em 2001 infelizmente a banda anunciou o seu fim.
Musicalmente falando sou supeito para falar, pois adoro de verdade a banda, para quem não conhece, fica a dica pois vale muito a pena conhecer e para quem conhece vale ou não dar uma relembrada???
Deixo aqui o video da música "Stutter", muito bom...
Espero que curtam!
Eduardo F.


Interpol


Pra quem não ouviu, ou já ouviu mas ainda não sabia, Interpol é uma banda de NY, pois é, e essa não é a impressão que temos quando ouvimos Interpol, é fácil jurar que a banda é inglesa, mas não é, é americana mesmo. Mas essa identificação do estilo musical do Interpol não é por acaso, pois Paul Banks (guitarra e voz) é Inglês, ou seja, tá no lugar certo e de origem também certa fazendo o que faz melhor, Rock And Roll de primeira.
O Interpol foi e ainda é bastante alvejado pela crítica e pelos chatos de plantão, que adoram dizer que Banks imita o legendário Ian Curts (Joy Division), não vou julgar, gosto dos dois, mas na minha modesta opinião, noto bastante distinção entre um e outro, e claro, ambos com qualidades inquestionáveis.
Bom, vamos para a formação: Tudo aconteceu quando Daniel Kessler conheceu o baterista Greg Drudy, agora membro da banda pós-hardcore/screamo Hot Cross, no campus da Universidade de Nova York. Mais tarde Kessler introduziu Carlos D. no baixo após conhecê-lo numa aula de história. A banda ficou completa depois que Kessler chamou Paul Banks, um amigo que havia conhecido em Paris, para assumir os vocais. Em 2000, Sam Fogarino, que a banda conhecia através de seu trabalho numa loja de CD’s, substituiu Drudy. Resolvidos os garotos resolvem lançar suas bolachas, o primeiro em 2002 - “Turn on the Bright Lights” (PDA e Obstacle 1, faixas que introduzem interpol no meio das pequenas grandes bandas), 2004 - “Antics” (Evil - música que projeta ainda mais o Interpol), e por fim em 2007 - “Our Love to Admire”, para alguns, esse disco nasce de um Interpol “prostituído”, por ceder aos anseios da nova gravadora, a faixa The Heinrich Maneuver é de fato mais dançante e até digna de uma passagem no seriado OC, mas é boa! Prometido para este ano, 2010, o novo album da banda.
Separei uma música que não é emblemática nem clásica, mas que reflete bem o alma da banda. “Roland” do disco “Turn on the Bright Lights”.

Saudações!
Aleandro S.